Veja porque muitos acreditam que Elvis não morreu e depois você também talvez tenha suas dúvidas
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Os Fatos
As evidências dos que acreditam que Elvis ainda está vivo são:
O atestado de óbito indica um peso corporal diferente do que ele possuía na última vez que foi visto em público – cerca de 75 quilos – ao invés dos aparentes cerca de 110 quilos calculados em sua última aparição em público.
A inscrição grifada de seu nome no túmulo: “Elvis Aaron Presley”, difere de seu nome real de registro “Elvis Aron Presley” (Lembrar que o pai e a avó materna de Elvis estavam ainda vivos quando foi anunciada a sua morte, e certamente erro tão grosseiro não passaria despercebido).
O seu pedido em vida de ser enterrado à direita de sua mãe, que não foi cumprido (Lembrar que Elvis era extremamente supersticioso e as pessoas a sua volta certamente não deixariam de cumprir um desejo seu, mesmo após a sua morte).
O sumiço do atestado de óbito original. O atestado que hoje é conhecido foi expedido dois meses após a sua alegada morte.
O caixão de Elvis pesava cerca de 408 quilos e tinha sistema interno de ar-condicionado. Para construir tal caixão seria necessário mais de um mês, e não havia como estar disponível imediatamente após a sua morte.
O “corpo” de Elvis no caixão apresentava característica diferente, na face e nas mãos, daquelas conhecidas pelos fãs ao longo do tempo, indicando que aquele corpo era na realidade uma imagem em cera.
A pressa no enterro de Elvis, que evidenciava a necessidade de as características corporais do ídolo não terem mais tempo de serem checadas.
Elvis tinha uma série de livros que estavam sempre com ele e eram por ele considerados “relíquias pessoais”. Tais livros desapareceram após a sua morte. Ainda há outros fatos, alguns verossímeis, outros nem tanto.
Motivos para Sumir
Elvis era refém de seu sucesso. Sua vida tinha se tornado um peso muito grande para ele, com uma sucessão de turnês, entrevistas, contratos de gravações e outros compromissos que passaram a incomodá-lo. Estes fatos foram relatados antes de sua suposta morte por muitos de seus mais próximos conviventes.
Além disso, há testemunhos de que ultimamente ele estava recebendo ameaças de morte por um grupo mafioso, por motivos não muito claros.
As Aparições de Elvis após sua morte
Inúmeros são os relatos da aparição de Elvis durante algum tempo após a sua morte. Não há como provar tais aparições. Pelo menos ninguém ainda o fez. Além disso, Elvis é o artista mais imitado do mundo (os imitadores são conhecidos como “Elvis Impersonators”), o que certamente concorreria para confundir e mascarar tais aparições.
Elvis Sighting Societies
São as sociedades dos que acreditam que Elvis Presley está vivo até hoje. Eles se reúnem regularmente nos Estados Unidos e em outros países, tem jornais, páginas na Internet, e estão sempre colecionando evidências da presença de Elvis vivo entre nós. Uma delas tem base no Restaurante Newport em Westboro, distrito de Ottawa, Canadá.
Elvis Aaron Presley(East Tupelo, 8 de janeiro de 1935 — Memphis, 16 de agosto de 1977) foi um famoso músico e ator, nascido nos Estados Unidos da América, sendo mundialmente denominado como Rei do Rock. É também conhecido pela alcunha Elvis The Pelvis, apelido pelo qual ficou conhecido na década de 1950 por sua maneira extravagante e ousada de dançar. Uma de suas maiores virtudes era a sua voz, devido ao seu alcance vocal, que atingia, segundo especialistas, notas musicais de difícil alcance para um cantor popular. A crítica especializada reconhece seu expressivo ganho, em extensão, com a maturidade; além de virtuoso senso rítmico, força interpretativa e um timbre de voz que o destacava entre os cantores populares, sendo avaliado como um dos maiores e por outros como o melhor cantor popular do século XX.
Acompanhado pelo guitarrista Scotty Moore e pelo baixista Bill Black, Presley foi um dos criadores do rockabilly, uma fusão de música country e rhythm and blues.
Elvis tornou-se um dos maiores ícones da cultura popular mundial do século XX. Entre seus sucessos musicais podemos destacar “Hound Dog”, “Don’t Be Cruel”, “Love me Tender”, “All Shook up”, “Teddy Bear”, “Jailhouse Rock”, “It’s Now Or Never”, “Can´t Help Falling In Love”, “Surrender”, “Crying In The Chapel”, “Mystery Train”, “In The Ghetto”, “Suspicious Minds”, “Don’t Cry Daddy”, “The Wonder Of You”, “An American Trilogy”, “Burning Love”, “My Boy” e “Moody Blue”. Na Europa, canções como “Wooden Heart”, “You Don’t Have To Say You Love Me”, “My Boy” e “Moody Blue” fizeram sucesso. Particulamente no Brasil, foram bem-sucedidas as canções “Kiss Me Quick”, “Bossa Nova Baby”, “Bridge Over Troubled Water”.
Após sua morte, novos sucessos advieram, como “Way Down” (logo após seu falecimento), “Always On My Mind”, “Guitar Man”, “A Little Less Conversation” e “Rubberneckin”. Trinta anos depois de morrer, Presley ainda é o artista solo detentor do maior número de “hits” nas paradas mundiais e também é o maior recordista mundial em vendas de discos em todos os tempos com mais de 1 bilhão e meio de discos vendidos em todo o mundo.
Morte
Na noite de 15 de Agosto Elvis vai ao dentista por volta das 11:00 da noite, algo muito comum para ele. De madrugada ele volta a Graceland, joga um pouco de tênis e toca algumas canções ao piano, indo dormir por volta das 4 ou 5 da madrugada do dia 16 de agosto. Por volta das 10 horas Elvis teria levantado para ler no banheiro, o que aconteceu desse ponto até por volta das duas horas da tarde é um mistério. O desenlace ocorreu, possivelmente, no final da manhã, no banheiro de sua suite, na mansão Graceland, na cidade de Memphis, no Tennessee. Os fatores predisponentes sistêmicos, os hábitos cotidianos e as circunstâncias que culminaram com a morte de Elvis Presley, são dos pontos mais polêmicos e controvertidos entre seus biografos e fãs. Elvis só foi encontrado morto no horário das duas horas da tarde por sua namorada na época, Ginger Alden. Logo após, o seu corpo é levado ao hospital “Memorial Batista” e sua morte confirmada.
A morte de Elvis Aaron Presley no dia de 16 de agosto de 1977, causada por colapso fulminante associado à disfunção cardíaca, surpreendeu o mundo, provocando comoção como poucas vezes fora vista em nossa cultura. Os fãs se aglomeraram em maior número em frente a mansão. As linhas telefônicas de Memphis estavam tão congestionadas que a companhia telefônica pediu aos residentes para não usarem o telefone a não ser em caso de emergência. As floriculturas venderam todas as flores em estoque. O velório aconteceu no dia 17. Alguns, dos milhares de fãs, puderam ver o caixão por aproximadamente 4 horas.
Por volta das 3 da tarde do dia 18 de agosto a cerimônia para familiares e amigos foi realizada, com canções gospel sendo cantadas pelos “Stamps” (Grupo vocal gospel) e por Kathy Westmoreland (cantora), ambos fizeram parte do grupo musical de Elvis na década de 1970. Após a cerimônia todos foram levados até o cemitério em limusines, logo em seguida o corpo de Elvis é enterrado. Mas para os fãs e apreciadores de artistas que viraram ícones, a morte física de Elvis pouco importa. E para seus admiradores, enquanto houver desejo e emoção, Elvis Presley viverá.
Depois de sua morte
Depois de seu falecimento, vários acontecimentos tornaram Elvis Presley ainda mais famoso e até, segundo alguns, memorável; consequentemente, mais pessoas tornaram-se fãs de sua obra. Posto o ídolo, inaugurou-se o mito,eterno, redentor e fonte inesgotável de idealizações. Seu sucesso foi, e ainda é, astronômico! Em 1979 foi realizado o primeiro filme biográfico, para a TV, chamado “Elvis”; no Brasil, intitulado “Elvis Não Morreu”, interpretado por Kurt Russell. Em 1981, produziu-se um documentário, avaliado como excelente, denominado This is Elvis; no Brasil, “Elvis o Ídolo Imortal”. No ano seguinte, abriu-se ao público, ainda em caráter bastante amador, a mansão Graceland; ainda habitada por alguns parentes. No ano de 1984, Elvis Presley foi homenageado pela fundação do blues e pela academia de música country. Posteriormente, em 1985, lançou-se com enorme sucesso, sendo considerado pela crítica da época como ótimo, o livro “Elvis e Eu”, escrito por Priscilla Presley e Sandra Harmon; que seria transformado, em 1988, em filme para a TV, também muito bem sucedido. Passado o impacto de sua morte, os primeiros anos da década de 1980 foram de relativa obscuridade para Elvis Presley. O livro de Priscilla foi um importante “divisor de águas” para dias mais prósperos. Prosseguindo com as homenagens, em 1986, Elvis entrou para o hall da fama do rock, na categoria de sócio – fundador. Em 1987, a American Music Awards lhe concedeu – “in memoriam” – prêmio pelo conjunto da obra. A mansão Graceland foi considerada patrimônio histórico dos Estados Unidos “(national register of historic places)”, em 1991. Elvis Presley, com justiça, foi agraciado com o título de sócio – fundador do hall da fama do rockabilly, em 1997. Nesse mesmo ano, realizou-se, pela primeira vez, o mega-espetáculo “Elvis The Concert”, com suas imagens em telão, musicistas de sua banda ao vivo e orquestra. Em 1998, nova homenagem, desta feita, ingressou no hall da fama do country e, em 2001, seria a vez do hall da fama do música gospel. Em 2002 uma nova “Elvismania” tomou conta do mundo. Elvis Presley foi “redescoberto”, graças a uma manobra genial da Elvis Presley Enterprises, de biógrafos-colecionadores e de um DJ holandês. O remix da canção “A Little Less Conversation” e o disco Elvis: 30 #1 Hits obtiveram estrondoso sucesso em todo o mundo, apresentando o artista às novas gerações. No ano seguinte, novo êxito, com grande destaque mundial para o remix de “Rubberneckin”, seguido pelo CD 2nd to None. Entusiasmada com as vendagem, a “máquina” disponibilizou, em 2004, dois pacotes de DVDs de dois dos seus maiores momentos televisivos: os especiais “Elvis NBC TV Special” e o “Aloha from Hawaii”, novos recordes de vendagem. Nesse mesmo ano, Elvis Presley foi elevado à categoria de sócio – fundador do hall da fama da música britânica. O filme Jailhouse Rock galgou patamar honroso entre os filmes estadunidenses; imortalizado, também em 2004, entrando para o “Registro Nacional de Filmes” dos Estados Unidos. No ano de 2005, o 70º ano de seu nascimento foi celebrado. Em uma histórica votação realizada pelo site AOL, maior grupo de comunicação do mundo, Elvis Presley foi eleito o 8º maior estadunidense de todos os tempos, em todas as áreas; o 5º do século XX e o 1º dentre os artistas. No ano de 2006, Graceland foi designada como “lugar histórico americano” (national historic landmark) pelo ministro do interior dos Estados Unidos. Até 2006, quase trinta anos após sua morte, Elvis vive; e acresce dezenas de milhões de dólares anualmente ao seu espólio.













Elvis é ainda muito querido no mundo todo! Se ele realmente estiver vivo, da pra entender o porque se fez de morto, não é?
Curto demais, sempre me emocionava nos especiais que passava na TV, desde pequena. Acho-o sensacional! Quero demais ir no Elvis Presley InConcert em São Paulo… Vai ser um sonho realizado.
Ótimo post!